sobre pellle
da vivência realizada em tribos indígenas e o início de Pellle
sobre pellle
da vivência realizada em tribos indígenas e o início de Pellle
Dizer "sim" para a pergunta de uma amiga e embarcar em uma viagem à Aldeia Yawanawá, no coração da Amazônia brasileira, mudou profundamente minha forma de ver a vida. E deu início a projetos alinhados com esse chamado — incluindo a PELLLE.
Ao ver o lindo trabalho de honrar os antepassados através do resgate da memória, sempre tão presente nessa cultura, refleti sobre minha história e minhas origens. Lembrei da minha avó que fazia flores com tecidos, e de minha tia-avó, que criava os bordados mais delicados que eu consigo lembrar.
utiliza apenas com couros curtidos sem metais pesados e tintas à base de água, participando fortemente da preservação do meio ambiente.
só trabalha com peles descartadas pela indústria calçadista e moveleira que apresentam furos e marcas adquiridas pelo animal ao longo da vida.
suas marcas naturais do campo, variações de texturas, formas e cores resultam em peças singulares e exclusivas.
com o passar do tempo e sua cor de pele clara "in natura" carameliza, amorena e envelhece lindamente ficando cada vez mais interessante.
variações de tons podem estar presentes em uma mesma peça, o que garante a autenticidade e originalidade do couro.
MARAÍ VALENTE
Nasceu em 1975 em São Paulo. Arquiteta e Urbanista desde 1999, fez o curso de Linguagem com o artista plástico Silvio Dworecki (1994 -1996). Em 2002 fez a concepção da Mostra Brasil Faz Design em Milão, Itália e em São Paulo no MUBE. Trabalhou ao lado de arquitetos consagrados como Marcelo Rosenbaum, Arthur Casas e Thiago Bernardes na área de arquitetura de interiores, sua grande paixão.